QUE HONRA

Fico muito feliz por você ter acessado o SIMPLESMENTE KLEBER. Por isso, dou-lhe boas vindas e o(a) convido a ficar a vontade. Aqui vocês encontrarão notícias variadas sobre MEU UNIVERSO MENTAL e FÍSICO.


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sábado, 16 de janeiro de 2010

Barata verde, albina ou o quê?

Matilde em seu primeiro ensaio fotográfico


Buenas tardes personas.

É inacreditável e sem muita relevância. Só que eu não podia deixar de registrar. Galera, vi no trabalho esta semana uma barata verde. A princípio achei que era albina, de repente até é, mas pra mim é verde. É mais simpática que a tradicional e bem lerda. Se move em câmera lenta.

Será que é uma barata mesmo??? Será que ela é cega? Nem correu igual "suas parentas fazem". Rs, rs, rs, rs, rs.

Enfim, pra mim é a barata mais simpática que já vi. Isso é, se for uma barata e se for verde.

Ops, será que sou daltônico???

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Um prefácio "Curyano"


Augusto Cury é psiquiatra, psicoterapeuta e cientista. É presidente da Academia da Inteligência, no Brasil.

“Os meus romances não pretendem criar tramas que apenas entretêm, divertem, excitam a emoção. Todos eles envolvem teses psicológicas, psiquiátricas, sociológicas e filosóficas. Têm a intenção de provocar o debate, viajar no mundo das ideias e ultrapassar as fronteiras do preconceito”.

“Muitos não entendem porque os meus livros são tão procurados… Talvez seja por causa das viagens pelo território do insondável mundo da mente humana.

Sinceramente não mereço este sucesso, sou apenas um escritor determinado, escrevo e reescrevo continuamente.”


Começo com essas citações "Curyanas" para logo mais reproduzir o prefácio do livro "12 Semanas Para Mudar Uma Vida", do mesmo. Ao lê-lo me alegrei em saber que alguém com uma arma de alcance tão grande, a literatura, publicasse no meio cristão algo tão óbvio, mas ao mesmo tempo tão anuviado.

Nesse momento me lembro de Paulo a caminho de Damasco cuja missão era mais uma vez perseguir os cristãos. De repente uma fonte de luz vem de encontro aos seus olhos e o joga ao chão. Sem o que fazer ele interroga o que estava havendo. Em meio a esta confusão surge uma voz que o interroga dizendo: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” Ele perguntou: “Quem És, Senhor?” E a resposta: “Eu sou Jesus, a quem tu estás perseguindo...”.(Atos 9:5). No mesmo instante ele fica cego, vulnerável. Não poderia ver quem ou o que estava a sua frente. Em meio à escuridão Jesus a quem Saulo persegue lhe dá instruções do que fazer a partir daquele momento.

Parece sem nexo o que escrevi, tendo em vista o início sobre a citação do livro, mas, aí que está a questão! Para nós, cristãos, esse anuviar deve ser a resposta que procuramos. Por que? Porque devemos depender de Deus para qualquer coisa que façamos.

E na sociedade de hoje a abertura dos olhos está contraditória, já que o processo foi o inverso ao de Paulo. Paulo perdeu a visão para gerar dependência, hoje as pessoas têm informações e elementos tecnológicos as bombardeando por todos os lados e muitas vezes as dissocializando do contexto real de humanidade no sentido coletivo e muitas vezes prático da palavra.

Que fique claro que não sou contra o "progresso" e as ferramentas tecnologicas disponíveis. Sou contra a alienação escrava que arrebata vidas sutil ou escancaradamente ao limbo no mundo dos zumbis. Escravos do sistema, inclusive o de modismo, o sistema "fast-food", não de comidas, mas de ações. Quero dizer: A "babá eletrônica", a televisão. Os argumentos vazios, "eu tenho, e você?" Já cheguei a mil "amigos", tenho tantos "seguidores", etc, etc, etc...

Eu, Kleber Ribeiro, tenho sim Facebook, Twiiter, Myspace entre outras coisas. No entanto, a forma que usamos essas ferramentas mudam muito as situações. Deixa eu copiar a Bíblia agora e parafrasear, rs, rs, rs. Quem lê entenda o que eu estou dizendo! Parece complicado, mas nem é. Chega de delongar e agora vou ao prometido, o prefácio deste livro tão abençoado e elucidador de complicações psíquicas que "geramos" durante uma vida.

"Minha tragetória como pesquisador científico e produtor de conhecimento sobre o fantástico mundo do funcionamento da nossa mente me convenceu de que a nossa espécie, em particular as sociedades modernas, adoece coletivamente. Enumerei apenas alguns pontos em que fundamento minha preocupação e a necessidade do projeto deste livro:

1. A tristeza e a angústia estão aumentando. A indústria do lazer está se expandindo. Nunca tivemos uma fonte de estímulos para excitar a energia emocional como na atualidade. A indústria da moda, os parques temáticos, os jogos esportivos, a Internet, a televisão, os estilos musicais e a literatura explodiram nas últimas décadas. Esperávamos que nossa geração fosse a que vivesse o mais intenso oásis de prazer e tranquilidade. Nós nos enganamos, jamais fomos tão tristes e inseguros.

2. A solidão está se expandindo. As sociedades estão adensadas. No começo do século XX, éramos pouco mais de um bilhão de pessoas. Hoje, só a China e a Índia têm, cada uma, mais de um bilhão de habitantes. Por vivermos tão próximos fisicamente, pensamos que a solidão seria estancada. Mas nos enganamos novamente, a solidão nos contaminou. As pessoas estão sós nos elevadores, no ambiente de trabalho, nas ruas, nas praças esportivas. Estão sós no meio da multidão.

3. O diálogo está morrendo. Muitos só sabem falar de si mesmos quando estão diante de um psiquiatra ou psicólogo. Pais e filhos não cruzam suas histórias, raramente trocam experiências de vida. A família moderna está se tornando um grupo de estranhos, todos vivem ilhados em seu próprio mundo.

4. As discrminações chegaram a patamares insuportáveis. Perdemos o sentido de espécie, estamos indo contra o grito de mais de 100 bilhões de células e contra o clamor do fantástico funcionamento da mente que nos acusam de sermos uma única e intrigante espécie. Mas, infelizmente, nos dividimos, discriminamos e excluímos. Não honramos o espetáculo das idéias, nossa capacidade de pensar.

5. Os pensadores estão morrendo. OS estudantes no mundo todo estão se tornando, em sua grande maioria, do ensino fundamental à universidade, uma massa de repetidores de informações e não de pensadores que amam a arte da crítica e da dúvida. Aprendemos a explorar os detalhes dos átomos e as forças que regem o Universo, mas não sabemos explorar o mundo de dentro. Temos informações que nenhuma geração jamais teve, mas não sabemos pensar, transformar a informação em conhecimento e o conhecimento em experiência.

6. A qualidade de vida está se deteriorando. Quanto pior a qualidade da educação, mais importante será o papel da psiquiatria no terceiro milênio. Apesar dos avanços da medicina, da psicologia e da psiquiatria, o normal tem sido ser ansioso e estressado e o anormal tem sido ser tranquilo e relaxado. As ciências da psique têm enfocado o tratamento e não a prevenção. Nada é tão injusto, como produzir um ser humano doente para depois tratá-lo, produzir as lágrimas para depois aliviá-las.

Esses seis argumentos não são pessimistas, mas realistas. Muitos se importam com sua própria vida; eu, apesar de ter vários defeitos, tenho aprendido a me apaixonar pela espécie humana e a amar as pessoas. por isso, me importo com a qualidade de vida delas, mesmo daquelas que não conheço."

Então. Acho que amar o nosso próximo como a nós é um exercício abençoador. Na verdade o equilíbrio, o domínio próprio é um dos frutos do Espírito e, se sobermos dosar as nossas atitudes, seremos pessoas bem informadas, que usufruirão das ferramentas que estão aí ótimas inclusive, para anunciar Jesus, e ainda assim, seremos uma família.

Os seguintes versículos dizem:

Efésios 4:4-6

"Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos."

Gálatas 6:2

"Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo."

Fecho esse post, lembrando que somos uma família e que no meio de nós não existe Super Homem. De fato temos um super Deus e ainda assim, Ele não sai estralando os dedos pra que as coisas aconteçam.

Por isso, se você perceber alguém bitolado em algo, a ponto de se isolar, ajude ele e não esqueça: Não aponte seu dedão jamais, só estenda a mão!

Um forte abraço e até mais.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Luiz Arcanjo - CD Solo




Bom agora para você que lê esta postagem!

Vim deixar minha impressão a respeito de um trabalho que gostei bastante. O Novo e primeiro CD solo do Luiz Arcanjo tá uma bênção gente. Conhecia o trabalho do mano enquanto conjunto e, confesso que fiquei surpreendido com a qualidade sobretudo pela inovação. Não que eu não esperasse isso dele, mas o contexto das canções, a letra, poesia tá de excelência, sem citar claro, os arranjos e o estilo não tão usual ao que habitualmente se houve no meio cristão. Não assim!

Em alguns momentos a poesia me lembrou a profundidade de um Chico Buarque, de um Dorival Caymmi e porque não de um Caetano? A diferença é a essência e os elementos a mais, não tão dentro de um padrão, já que ouvimos samba, baião, bossa e black suave.

A participação do Pregador Luo na faixa "Gadara" é bem especial, e o diálogo entre ele e o Luiz é pra fazer refletir na faixa "Gadara é assim", uma extenção da anterior.


Recomendo e acredito no retorno da obra, sobretudo ao Reino. Acredito que a proposta ousada alcançará bastante vidas pra Jesus. Tendo em vista que muitos já olham as nossas propostas de forma atravessada. A ecleticidade do Luiz certamente trará um novo tempo ao seu ministério enquanto homem de Deus.

Está aí o vídeo da música "Amor Pra Dizer".

Valeu, e até "brevim"!

sábado, 9 de janeiro de 2010

REPORTANDO A MATÉRIA TEMPO DE DEUS DE MAXIMILIANO MORAES


Como vai pessoal?


Bem, eu gosto bastante de ler e esses dias vi no blog do Maximiliano Moraes (Max), palavras abençoadoras que tem muito haver com o que postei anteriormente aqui no blog. Pode parecer redundante, mas, pra mim soa como uma complementação federal. Graças a Deus meu amigo escreve muito bem e como Painho o usa neste dom também. Apesar de ele me dizer que coisas de blog não precisam de autorização me sinto mais aliviado depois de sondar seu consetimento.

E agora, dia nove de janeiro ainda comecinho do ano acho oportuna esta postagem. Por favor meditem nela.

Aaaaaaaa, se você deseja acompanhar o blog dele fique a vontade, tem tanta coisa boa galera. Vou deixar o link depois de reportar aqui o que ele escreveu.

Vamos lá:

"O Tempo de Deus

Comemorações de ano novo são engraçadas. O que mais se ouve são promessas e compromissos de véspera que, dizem os “comprometidos”, serão postas em prática SEM FALTA logo após a virada do ano. Mas aí, vem o primeiro dia do ano e eles estão muito cansados; vem o segundo dia e eles não puderam começar porque tiveram que arrumar a bagunça da virada; no terceiro dia, eles se esqueceram. E o ano passa, e ninguém faz nada que prometeu.
A questão aqui, porém, vai além dos compromissos e promessas. Quero falar sobre O TEMPO. Na mesma intensidade com que as comemorações de fim de ano são engraçadas, elas também são emocionais. Muita gente chora ao desejar “feliz ano novo” aos parentes, amigos ou companheiros de festa, quando estão fazendo seus belos discursos de best wishes. Você talvez seja um desses que chora em toda virada de ano. Já se perguntou por que a carga emocional é tão grande?
Veja bem: nós não nascemos para pecar. Deus nos criou perfeitos. Também não nascemos para perder; Ele nos criou vitoriosos. Da mesma maneira, não nascemos para sentir dor, nem para vivenciar a frustração ou as perdas. No momento em que Deus nos criou, ele quis que fôssemos plenos em alegria, paz, saúde e prosperidade. O pecado foi que estragou tudo. A partir do momento em que o homem pecou, sua vida passou a ser uma luta constante contra os erros, contra o desejo de fazer coisas que ele sabia que eram erradas. E uma das coisas que contribuiu para minimizar os efeitos e o cansaço dessa luta foi O TEMPO. Opa, mas o que o tempo tem a ver com isso tudo?
Deus é Criador do tempo, mas não da forma como conhecemos. O tempo de Deus tem muito mais a ver com estar preparado para fazer ou receber alguma coisa do que com o dia ou com a noite, com as horas e minutos. Essa coisa de calendário foi criada pelo homem como uma forma de se situar na vida, de administrar seu próprio envelhecimento. Porém, Deus não se encaixa na definição humana de tempo; Deus é ETERNO, ou seja, ele não tem começo nem fim. Deus sempre existiu. Por isso mesmo a Palavra diz que, para Deus, 1 dia é como 1000 anos, e vice-versa. Para Deus, a passagem do tempo segundo a nossa perspectiva não faz a menor diferença nem o menor sentido.
Nós criamos uma definição limitada de tempo porque assim podemos controlar nossas expectativas. Se um ano está sendo ruim, criamos a expectativa de que o próximo ano será bom, e aprendemos a controlar nossa angústia, nossa frustração e nossa tristeza por causa do ano ruim. Dizemos a nós mesmos: “Calma, tudo vai melhorar ano que vem. Basta esperar, que tudo vai dar certo. Sejamos otimistas.” E, então, nos acomodamos e nos conformamos com tudo de ruim que nos acontece. No final do ano, aproveitamos o momento dos cumprimentos para extravasar toda a emoção guardada durante o ano, e nossos cumprimentos às pessoas não passam do desejo que temos para nós mesmos. Por isso tantas vezes nos debulhamos em lágrimas.
Imagine, porém, se nos esforçássemos para entender a perspectiva do tempo segundo DEUS. Minutos, horas, dias, noites, semanas, meses e anos não seriam mais tão pesados para nós. É claro, vivemos em uma sociedade onde o tempo é senhor de todas as coisas – já diz o ditado que tempo é dinheiro, e o dinheiro controla a sociedade. Obviamente, não vamos passar a viver de maneira que passem a nos considerar doidos. No entanto, estou falando de uma perspectiva ESPIRITUAL do tempo.
Permita que eu me faça mais claro. As atitudes que tomamos para melhorar certas coisas em nossa vida sempre dependem do tempo, humanamente falando. Se nós queremos fazer um regime, vamos começar “semana que vem”. Se nós queremos um emprego melhor, vamos esperar “o mês que vem”. Por outro lado, se não conseguimos realizar um sonho, muitas vezes desistimos porque “já estamos velhos demais”. Se nós traçamos metas para nossas vidas, elas sempre são descritas como alvos “para a semana que vem”, “para o mês que vem” ou “para o ano que vem”. Esperamos demais por tudo; em vez de administrar o tempo, deixamos que o tempo administre nossas vidas. Tudo em nós está sujeito ao tempo sob o ponto de vista do homem.
Mas o ponto de vista de Deus para nós é diferente. Deus não espera “o mês que vem” para responder a uma oração; ele só espera que o coração de quem pediu esteja pronto para receber. Deus não espera “o ano que vem” para realizar o sonho de um de seus filhos; ele só espera a motivação correta para que tudo se torne real. Deus não espera 5 anos para curar uma pessoa; ele só espera que esta coloque sua fé em prática. Às vezes nossos pedidos são respondidos somente depois de um determinado período de tempo (segundo o padrão humano), mas isso não passa de uma coincidência. O tempo de Deus não é medido em horas, dias, semanas, meses e anos; é medido em fé, motivação, santidade e compromisso de oração. É o que Deus espera para agir.
Por isso, que tal aproveitar esse começo de ano – humanamente falando – para começar a buscar a compreensão do tempo de Deus? Em vez de esperar as férias terminarem para evangelizar alguém, faça isso agora, onde você estiver. Em vez de esperar um novo emprego para começar a trabalhar na realização daquele sonho que você tem, comece a trabalhar hoje – nem que seja somente com oração. Se o seu compromisso é mais voltado para o lado humano ou para o lado espiritual da vida, não importa; não espere até amanhã para começar a cumpri-lo.
Ao se adequar ao tempo de Deus, você estará trabalhando seu coração para não criar mais expectativas quanto à demora na resposta de uma oração, bem como não estará mais sujeito às pressões do mundo e da sociedade, esperando somente uma festa de fim de ano para extravasar. Se uma oração demorar para ser respondida, isso não será uma questão de dias ou meses, mas de preparar seu coração para a bênção. Da mesma forma, se você se sentir pressionado em qualquer nível, entenda que Deus está ETERNAMENTE ao seu lado, pronto para lhe ouvir e para lhe trazer consolo e conforto. Deus é Deus de todos os momentos, não somente de festas de fim de ano."

Por Maximiliano Moraes.

Blog: http://maximilianomoraes.wordpress.com/